Em consequência dos anúncios publicados no Jornal da Madeira e no Diário Cidade foi o advogado Joaquim Marujo interpelado/entrevistado.
O intuito era que aquele explicasse as razões que conduziram os profissionais de táxi a proporem o Processo Cautelar de suspensão de norma administrativa.
Em conjunto com o advogado foi também ouvido o Presidente da ASAT.
Ressalta, de ambas as declarações, que o processo cautelar não visa atacar os colegas de profissão e que com o mesmo apenas se pretende salvaguardar os interesses dos profissionais de táxi que prestam o seu serviço na Praça do Aeroporto da Madeira.